Fitoterapia é a prática de saúde que usa plantas medicinais, de forma curativa, paliativa ou profilática, para prevenir e tratar doenças. Entender como funciona a fitoterapia passa por conhecer a origem dos fitoterápicos, as plantas mais estudadas e os limites desse tratamento. Por depender da substância ativa, da dose e da resposta de cada organismo, a fitoterapia exige orientação de um profissional de saúde para que o uso seja seguro e eficaz.
Em resumo: fitoterapia é o uso de plantas medicinais, catalogadas pela Anvisa, para prevenção, alívio de sintomas e tratamento complementar de doenças, reconhecida pela OMS desde 1978. Os fitoterápicos são produzidos em xarope, gel, creme ou cápsulas, mas os efeitos variam de pessoa para pessoa — por isso o uso exige acompanhamento de um profissional de saúde.
O que é fitoterapia e como funciona esse tratamento com plantas medicinais?
A fitoterapia é uma técnica que vem ganhando bastante adesão na busca pelo bem-estar, qualidade de vida, formas de prevenção e alívio de sintomas de diferentes enfermidades. Trata-se da aplicação de determinadas plantas medicinais para fins relacionados à saúde, seja no cuidado curativo, paliativo ou profilático.
É a partir de tal estudo das plantas medicinais que são obtidos os fitoterápicos, ou seja, os produtos oriundos delas. Após passar por processos de fabricação e controle de qualidade, os medicamentos podem ser produzidos em forma de xarope, gel, creme, cápsulas, entre outras.
Trata-se de uma prática reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) desde o ano de 1978, diante da recomendação dos conhecimentos precisos para que o seu uso seja permitido.
Quais são as principais plantas utilizadas na fitoterapia?
Diante da infinidade de plantas existentes, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) catalogou dados científicos de, pelo menos, 28 delas, cada uma com suas características, funções e benefícios. Conheça algumas:
| Planta | Indicações mais comuns |
|---|---|
| Erva-doce | Cólicas intestinais, gripes, bronquite, dores de cabeça e má digestão |
| Boldo | Ressaca, gastrite, dor de estômago e de barriga |
| Alecrim | Dores nas articulações, queda de cabelo, pressão arterial e sintomas de estresse |
| Babosa | Cicatrização, feridas, queimaduras, contusões e dores reumáticas |
- Erva-doce: rica em vitaminas e minerais, a erva doce pode ser indicada para muitos casos, como cólicas intestinais, gripes, bronquite, dores de cabeça e má digestão.
- Boldo: além de ser bom para aliviar as ressacas, o boldo é bastante rico em suas substâncias, apresentando função digestiva, diurética, antioxidante e anti-inflamatória. Sendo assim, é indicado para gastrite, dor de estômago e barriga, entre outros sintomas.
- Alecrim: apresenta propriedades digestivas, diuréticas, calmantes, antimicrobianas e antidepressivas, por isso as indicações do alecrim podem ser inúmeras. Como exemplo, podemos citar, dores nas articulações, queda de cabelo, equilíbrio da pressão arterial e combate dos sintomas de estresse.
- Babosa: com inúmeros benefícios, ela se destaca nos cuidados com a pele e articulações. É indicada para processos de cicatrização, feridas, queimaduras, contusões, dores reumáticas, entre outros.
Quem busca opções focadas especificamente no manejo do estresse pode conhecer também os ativos naturais para estresse usados em fórmulas manipuladas.
Como agem os remédios fitoterápicos no organismo?
Com matéria-prima vegetal, os produtos fitoterápicos não têm um padrão em relação à ação gerada no organismo. Isso quer dizer que os efeitos de tais medicamentos vão depender da substância ativa da manipulação, do grau da enfermidade, da dose ingerida e, principalmente, da resposta do organismo da pessoa em questão.
Sendo assim, para que o uso de fitoterápicos aconteça de modo seguro e eficaz, é preciso que seja acompanhado por algum profissional da saúde, pois normalmente ele é utilizado como complemento aos tratamentos convencionais.
Fitoterapia pode causar efeitos colaterais?
Para se ter uma ideia, uma dose errada pode ter efeito contrário e se transformar em algo tóxico. O chá de guaco, por exemplo, bastante utilizado como expectorante, pode causar efeitos colaterais, como vômitos e diarreia.
Quem avalia se um fitoterápico é indicado para o paciente?
Por essa razão, é necessária uma avaliação a respeito das condições, características e perfil dos pacientes antes da prescrição de tais produtos, como explica a professora de pós-graduação Fernanda Magalhães Borges, gerente farmacêutica de Pesquisa e Desenvolvimento da rede de farmácia de manipulação A Fórmula, e vice-presidente da ABFIT/Regional Nordeste (Associação Brasileira de Fitoterapia).
Para separar fato de mito sobre a segurança dos manipulados, vale conferir também os mitos sobre manipulação de medicamentos.
Como isso vira uma fórmula sob medida
Como os efeitos dos fitoterápicos dependem da substância, da dose e do organismo de cada pessoa, a manipulação permite reunir os ativos vegetais indicados pelo prescritor na dose exata para o caso. Entenda como funciona a manipulação →
Conclusão
O uso da fitoterapia, assim como qualquer outro tratamento de saúde, necessita de acompanhamento com especialistas para atender as necessidades e expectativas, com a segurança necessária. Consulte seu médico e aproveite os benefícios das plantas medicinais de modo assertivo para a sua qualidade de vida. Entender como funciona a fitoterapia é o primeiro passo para usá-la com segurança, e a A Fórmula pode manipular a prescrição de fitoterápicos na dose indicada pelo profissional responsável.
Perguntas frequentes
O que é fitoterapia?
Fitoterapia é o uso terapêutico de plantas medicinais para fins curativos, paliativos ou profiláticos, uma prática reconhecida pela Organização Mundial da Saúde desde 1978. A partir do estudo dessas plantas são obtidos os fitoterápicos, produzidos como xarope, gel, creme ou cápsulas, entre outras formas.
Quais as plantas mais usadas na fitoterapia?
Entre as plantas catalogadas pela Anvisa estão erva-doce, boldo, alecrim e babosa, cada uma com indicações próprias, da digestão à cicatrização, passando por dores de cabeça e queda de cabelo. A escolha e a combinação das plantas variam conforme a condição e o perfil de cada pessoa.
Fitoterapia tem efeitos colaterais?
Sim. Como qualquer produto com substância ativa, uma dose errada pode ter efeito contrário e se tornar tóxica — o chá de guaco, por exemplo, usado como expectorante, pode causar vômitos e diarreia em excesso. Por isso o acompanhamento profissional é indispensável.
Quem pode prescrever ou orientar o uso de fitoterápicos?
A prescrição de fitoterápicos exige avaliação das condições, características e perfil de cada paciente por um profissional de saúde, já que os efeitos variam conforme a substância, o grau da enfermidade e a resposta do organismo. Fitoterapia não substitui o tratamento convencional, funcionando como complemento.
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Leve sua prescrição para uma unidade A Fórmula e receba sua fórmula manipulada sob medida, com acompanhamento farmacêutico. São mais de 90 lojas no Brasil.
Conteúdo informativo, não substitui consulta com profissional de saúde. Medicamentos e fórmulas manipuladas exigem prescrição.